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Myfleet

A semana de cada motorista, fechada

Segunda a domingo. A conta faz-se sozinha à medida que as viagens entram, e no fim há um recibo pedido, lido e validado — e um pagamento com comprovativo. Sem nada passar por uma folha de cálculo.

Cinco passos, e o terceiro é do motorista

O fecho não é um botão. É uma conversa curta entre quem paga e quem recebe, com as contas à frente dos dois.

  1. O operador envia as contas

    Depois do corte da Uber — segunda-feira às 4h — carrega em «Enviar as contas ao motorista». Até aí, o valor da semana vai-se fazendo «até agora», à medida que as viagens entram.

  2. O motorista confere

    Vê a semana dele no telemóvel e responde: «As contas estão certas», ou diz o que não bate — uma despesa a mais, uma viagem que falta. O operador corrige e envia outra vez.

  3. É pedido o recibo, com o valor certo

    O cartão do recibo mostra-lhe a quem o passa — nome, NIF e morada da empresa — e os valores já somados. Ele emite a fatura-recibo no Portal das Finanças com esses dados.

  4. O recibo é lido e conferido

    O motorista carrega o ficheiro e mais nada. A Myfleet lê-lhe o total e os dois NIF e compara com as contas. Se bater, fica validado sozinho. Se não bater, fica em revisão, e o operador vê o que se leu ao lado do que devia ser.

  5. Paga-se, e junta-se o comprovativo

    O comprovativo também é lido — o valor e quem recebe. Se não bater, aparece um aviso; o pagamento fica registado na mesma. O fecho fecha.

A conta, inteira

É esta, e não há outra. Cada linha vem de um sítio que se pode abrir e ver.

LinhaO que é
Receita das plataformas O que a Uber e a Bolt pagaram pelas viagens dessa semana
− Taxa de serviço O que o operador cobra por semana. Define-se na ficha de cada motorista, e pode ser diferente de motorista para motorista
− Taxas semanais Valores fixos por semana, como o Seguro de Acidentes Pessoais. Cada uma entra como uma despesa com o nome dela
− Despesas O que foi lançado nessa semana: portagens da Via Verde, uma multa, o que for
+ Créditos O contrário de uma despesa. Serve para perdoar uma taxa numa semana, por exemplo
+ IVA do motorista Quando o motorista tem IVA, incide sobre o que sobra das linhas de cima
= Total do recibo O valor que o motorista passa em fatura-recibo

As portagens reembolsadas pagam-se à parte. Vão com a transferência, mas fora do recibo — não são rendimento do motorista, são dinheiro dele a voltar.

O que acontece quando alguma coisa corre mal

É aqui que uma folha de cálculo deixa de servir: não é a conta normal que custa tempo, são os casos.

  • O recibo não bate

    Fica «em revisão» e o operador recebe um aviso, com o valor lido ao lado do esperado. Se a leitura é que se enganou, valida à mesma; se o recibo está mesmo errado, pede correção com o motivo, e o motorista carrega outro.

  • Descobriu-se um erro depois de pago

    Reabre-se o fecho, com o motivo. Volta a aberto: corrige-se, enviam-se as contas outra vez, e o recibo e o comprovativo fazem-se de novo.

  • O motorista mudou de empresa a meio da semana

    Cada empresa tem o seu fecho dessa semana, com as viagens feitas na frota dela. As duas cobram a taxa da semana — e quem quiser oferecer a sua lança um crédito.

  • Há várias empresas em rede

    Se o dono ligar a divisão de recibos, o valor da semana divide-se em partes iguais pelas empresas e o motorista passa um recibo a cada uma. Cada parte tem o seu cartão, a sua leitura e o seu pagamento.

O que o fecho não faz

  • Não emite a fatura-recibo. Quem a emite é o motorista, no Portal das Finanças. A Myfleet diz-lhe os valores certos e confere o que ele carregar.
  • Não paga. A transferência é feita pelo operador, no banco dele. O que a Myfleet faz é registar o pagamento e ler o comprovativo.
  • Não há fecho numa semana sem atividade. Sem viagens e sem lançamentos, não se cria nada e não se cobra nada.
  • Uma taxa semanal não se tira à mão de um fecho. Para a perdoar numa semana, lança-se um crédito a favor do motorista.
  • Mudar uma taxa não mexe no passado. Refaz as semanas em curso; as que já seguiram para recibo ficam com o valor que o motorista viu.

Perguntas que nos fazem

Porquê segunda-feira às 4h?

É a hora do corte da Uber. Antes disso, a semana ainda pode receber viagens, e fechar as contas antes do corte era fechá-las sobre números que ainda vão mudar.

E se o motorista não responder?

O fecho fica à espera da confirmação dele. É de propósito: o recibo que lhe vai ser pedido tem um valor, e esse valor tem de ser um valor que ele viu e aceitou.

A leitura do recibo engana-se?

Pode. Por isso é que quando não bate o fecho não é recusado — fica em revisão, com o que se leu ao lado do que devia ser, e quem decide é o operador. A leitura serve para poupar a conferência à mão, não para mandar.

O motorista paga alguma coisa à Myfleet?

Não, nunca. A Myfleet é paga pelo operador, e a app do motorista é gratuita para ele. As taxas que aparecem no fecho dele são da empresa, não nossas.

Quer ver isto na sua frota?

Deixe o contacto. Quem pedir o pré-registo até 1 de novembro entra com condições que não se repetem.