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O turismo tem outras regras, e a app sabe-as

Um Tour não é uma viagem de plataforma: é combinado diretamente com o cliente, exige licença RNAAT válida no dia, e dá um documento que se mostra se mandarem parar. O dinheiro é recebido em mão — e por isso não é pago outra vez no fecho.

Primeiro, a licença

Um Tour é uma atividade de animação turística, e a empresa precisa da licença RNAAT, com a validade registada na ficha da empresa. Sem ela válida no dia do Tour, a app não deixa emitir — e diz porquê.

Não é zelo: é a diferença entre um passeio e uma contraordenação. A validade entra como qualquer outro documento, e é avisada antes de caducar.

Do pedido à fatura

  1. O motorista emite o Tour

    O dia, onde começa, até duas paragens, onde acaba, o nome e o email do cliente, e o preço com IVA incluído. Você recebe um aviso. Depois de emitido, o dia, o percurso e o preço já não mudam — para mudar, cancela-se e emite-se outro.

  2. O cliente aceita, sem criar conta

    Recebe um email com um botão «Rever · Review», lê as condições e aceita. Não há registo, nem palavra-passe, nem app para instalar. Também se lhe pode mandar a ligação a partir do ecrã do Tour.

  3. Fica o documento, em duas línguas

    O motorista guarda-o no telemóvel. É o papel que se mostra às autoridades se mandarem parar, em português e em inglês — porque quem manda parar pode ser um e quem vai atrás é outro.

  4. No dia, às 21h: fatura ou não?

    A app pergunta ao motorista. Se ele não responder, volta a perguntar na manhã seguinte. Responde-se uma vez só.

As duas saídas, e o que muda no fecho

  • Com fatura

    Você recebe o pedido e, depois de a emitir, marca «Já emiti a fatura». Ao marcá-la, os 6% de IVA — que já vão dentro do preço — são retidos ao motorista no fecho dessa semana.

  • Sem fatura

    O valor passa para os ganhos do motorista, como um lançamento dele que ele confirma na hora. Do seu lado, o processo fecha.

O cliente paga o Tour ao motorista, em mão. Por isso o valor não volta a ser pago no fecho semanal — aparece no saldo dele como «recebido em mão», e é outra coisa do que tem a receber de si.

O que os Tours não fazem

  • Não emitem a fatura. Quem a emite é a empresa, no sistema dela. A app regista que foi emitida e trata do IVA no fecho.
  • Não recebem o dinheiro. Não há pagamento dentro da app. O cliente paga ao motorista como combinarem.
  • Não substituem a licença. O documento do Tour prova o que foi combinado com o cliente; a RNAAT é outra coisa e é da empresa.
  • Não se editam depois de emitidos. O dia, o percurso e o preço ficam como foram aceites — é isso que torna o documento uma prova e não um rascunho.

Quer ver isto na sua frota?

Deixe o contacto. Quem pedir o pré-registo até 1 de novembro entra com condições que não se repetem.